Sobre a magnífica exibição de Eden Hazard no jogo de ontem


É deveras bom ver a magia e o altruísmo do belga em campo. Adaptar a estética natural do seu enfeitiçador dribbling curto de bola coladinha ao pé (como se a bota fosse oleada com margarina) e a sua constante dinâmica à procura de ter a bola nos pés para criar e para resolver à objectividade que qualquer treinador pretende para um jogador daquela posição é o jogo que se pretende do belga. Com Conte Hazard cresceu. Está menos individualista, está a tomar melhores decisões, se bem que por vezes, no capítulo do remate ainda tem tendência a ser “brinca-na areia” quando deveria ser mais pragmático.

Foi Hazard quem desbloqueou o jogo quando conseguiu arrancar a expulsão a Ander Herrera. Com a expulsão (fez em água a cabeça do médio basco) permitiu duas coisas muito simples à equipa: a subida de linhas (subida que permitiu a Ngolo Kanté e Matic avançar em campo; e o francês revelou-se mais uma vez, funcionando quase como um construtor de jogo) e uma noite mais ou menos descansada à sua dupla de centrais. Nos primeiros minutos da partida denotou-se que os centrais do Chelsea estavam a ter dificuldades para definir o seu posicionamento e as suas funções sempre que Paul Pogba  conseguia lançar o contra-ataque em profundidade. Nos 2 ou 3 lances em que Mkhytarian ou Rashford foram lançados ou conseguiram arrancar em velocidade no 1×1\1×2 contra os centrais do Chelsea, David Luiz e Gary Cahill tremeram como varas verdes.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s