Que grande jogo de Taça!


Emoção até ao final num jogo que teve direito a todos os ingredientes: bom futebol, transições rápidas, falhas defensivas, dois golaços, falhas dos dois guarda-redes (Júlio César é claramente mal batido no lance do 2º golo do Estoril; Luis Ribeiro fica muito mal na fotografia do 1º golo do Benfica), grandes defesas por parte de ambos noutros lances, bolas nos postes e muita ambição por parte do Estoril para dar a volta ao resultado mesmo até quando Jonas parecia ter sentenciado a eliminatória que acabou curiosamente por ser decidida com um golo irregular de Kostas Mitroglou na Amoreira na 1ª mão.

Não vou estar aqui a esmiuçar o jogo porque confesso que não vi com os “olhos” com que usualmente costumo ver tudo o que aqui vou relatando. Deixo apenas uma nota final direitinha para a equipa do Estoril: pelo que voltei a ver de vários jogadores (cito: a dureza de Dankler, factor que é sempre positivo num central quando essa dureza acontece num clima controlado; o critério, a velocidade e a inteligência que Matheus Indio põe nas transições, principalmente para o contrgolpe; a movimentação, a combatividade e a presença de Bruno Gomes; o posicionamento exemplar e a capacidade de pressão de Diogo Amado) se este Estoril tivesse começado bem a temporada com um treinador como o que actualmente ocupa o cargo (Pedro Emanuel), com a belíssima equipa que possui, estaria provavelmente hoje a lutar pelo acesso aos lugares europeus.

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