Veja quem são os verdadeiros incendiários do futebol português!



Na sequência deste post aqui escrito sobre a postura hipócrita evidenciada pelo presidente do Benfica Luis Filipe Vieira nos discursos proferidos na semana seguinte ao derby, compreendemos mais uma vez a razão que leva o dirigente encarnado a proferir que não precisa de vir a público porque o silêncio é a maior ferramenta de comunicação do Benfica…

O presidente do Benfica pode não ter conta de facebook, pode não vir muitas vezes a público dizer o que lhe vai na real gana, mas é um “semi-Deus” com muitos rostos e com muitas vias para indirectamente dizer o que pensa, utilizando a sua imagem para servir de “cordeiro travestido na pele de lobo” e a imagem dos seus avençados de comunicação para colocar mais uma sebe de arame farpado quando a escalada de violência verbal instalada no futebol português até registou nos últimos dias uma ligeira acalmia.

Como afirmou o presidente do Benfica numa das suas intervenções recentes “não podemos atirar as pedras e esconder as mãos” – queria com esta afirmação na altura, o digníssimo e silencioso presidente do Benfica referir-se, de resto para dar mais força ao argumento anteriormente citado “quem são os verdadeiros incendiários do futebol português?”, alinhavar ali uma crítica à postura ofensiva do presidente do Sporting, alimentada quiçá por um discurso ofensivo num dia e puritano no outro. Contudo, creio, porque me parece lógico que as ilógicas “verdades” lançadas pelo presidente do Benfica viraram-se neste caso contra ele.  Afinal de contas, quem lançar as pedras e depois esconde as mãos é ele mesmo! Senão vejamos:
1. Insulta o presidente do Sporting chamando-lhe “Vale e Azevedo” no reduto deste, com o intuito claro de lhe chamar “corrupto”, “destruidor”.
2. Reafirma que o silêncio é a sua melhor forma de comunicação mas aparece uma semana depois a lavrar mais sevícias verbais ao Sporting num discurso proferido numa casa do Benfica.
3. Assim que o Sporting perde com o Belenenses e o Rio Ave perde com o Benfica, garantindo quase matematicamente o título, aparecem logo dois papagaios do regime a assinalar críticas e gozos contra o clube de Alvalade.
Quem é que atirou as pedras e depois escondeu-se para enviar os seus habituais emissários?
Quem é que em todo este jogo sempre teve a coragem de falar na primeira pessoa e em viva voz? Quem é que deu a cara ao vento? Quem é que manda falar por cartilhas?

É essa a subtil diferença que separa Bruno de Carvalho e Luis Filipe Vieira. Enquanto um dá a cara, o outro raramente dá a cara e transmite tudo aquilo que tem a transmitir por um conjunto de vozes, revelando uma postura dual e hipócrita que deveria envergonhar todos os benfiquistas.

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