Críticas que caíram mal. Com todo o direito


Um projecto olímpico criado de raiz por um clube, feito inédito no mundo, projecto que apoia financeira e estruturalmente uma larga dezenas de atletas, olímpicos e para olímpicos.
2 Taças de Portugal de Andebol e 1 Supertaça.
2 títulos nacionais de Atletismo na variante de corta-mato. 1 campeonato nacional de pista coberta. 1 campeonato europeu feminino de pista coberta. 2 campeonatos nacionais femininos de corta-mato. 4 campeonatos nacionais femininos de corta-mato curto. 4 campeonatos nacionais femininos curtos de corta-mato. 5 campeonatos nacionais femininos de pista coberta.
3 campeonatos nacionais de Futsal. 2 Supertaças, 2 taças de portugal e 2 taças da Liga.
1 taça CERS de hóquei em patins e 1 supertaça nacional.
1 campeonato nacional de ténis de mesa, 1 taça de portugal e 2 supertaças.
1 campeonato nacional de Rugby Feminino.
1 medalha de bronze nos Jogos Para olímpicos do Rio 2016
2 campeonatos nacionais de Karaté Shotokan.
2 campeonatos nacionais de futebol de praia.
1 campeonato nacional de natação em masculinos.

Este é no site do Sporting a informação disponível no que respeita a títulos conquistados nos últimos 4 anos sob a liderança de Vicente de Moura. Se eu tivesse 80 anos, graves problemas cardíacos, e se tivesse trabalhado “de borla” num clube que ajudei a conquistar (pelo menos) 44 títulos nacionais absolutos (11 de média por temporada) e em que idealizei projectos inovadores no mundo do desporto, decerto que tomaria a mesma decisão que tomou hoje o vice-presidente do Sporting. O facto do presidente do Sporting ter criticado a malta que tem ao longo dos anos ajudado a conquistar títulos, à falta da conquista de outros em terrenos bem mais férteis ao nível de investimento, é de uma desonestidade intelectual para não chamar uma completa pulhice por parte de Bruno de Carvalho para com todos aqueles que diariamente lutam para que o Sporting continue a ser uma referência mundial no mundo do desporto.

Há vários dias que penso e defendo: antes de criticar quem quer que seja (jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos), o presidente do Sporting deverá em primeiro lugar parar para reflectir se o caminho que tem vindo a ser seguido é o melhor. Na minha opinião, não faz qualquer sentido criticar uma data de pessoas que são o corolário das suas próprias decisões. A crítica lavrada nos últimos dias acabou no fundo por ter um único destinatário: o seu trabalho enquanto decisor máximo do clube. O presidente do Sporting precisa de reflectir se a estratégia para a qual tem vindo a trabalhar é a melhor. O presidente do Sporting precisa de tentar perceber se tem ou não uma estratégia de médio\longo-prazo para o clube. O presidente do Sporting precisa de perceber se as pessoas que estão inseridas dentro dos projectos do clube são as mais adequadas para cumprir os objectivos propostos. Só aí é que o presidente do Sporting poderá tomar as devidas ilações para poder criticar.

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