O crime compensa!



ín Jornal Record

O reino da impunidade continua. Enquanto a acção praticada por Yacine Brahimi em Braga (umas meras palavras ao árbitro dirigidas através do banco de suplentes) não teve direito a efeitos suspensivos e a redução de pena, privando o Porto do seu melhor jogador nos 2 jogos importantíssimos que se seguiram, outros, por acções bem mais graves, anti-desportivas, não foram imediatamente castigados, puderam dar o seu contributo nos jogos seguintes, e ainda podem, depois de “injustamente castigados” (porque convenhamos, a acção praticada enquadra-se claramente no castigo máximo que poderá ser aplicável), com recurso a “instrumentos legais”,  dar o seu contributo até que alguém, na próxima temporada, lhes reduza a pena.

Vá-se lá tentar perceber os estranhos critérios com que se cose a justiça desportiva em Portugal.

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