Os golos do dia


A técnico trabalho de Raúl Jimenez no golo do empate frente à Nova Zelândia. Excelente rotação e excelente finalização do avançado do Benfica numa jogada muito bem desenvolvida por Javier Aquino (o game changer dos mexicanos no jogo; trouxe velocidade e objectividade à equipa) e Marquito Fabián face à extrema concentração de unidades neozelandesas no interior da área. 

Num jogo em que os italianos jogaram e falharam como se não houvesse amanhã, os checos aproveitaram. Domenico Berardi e Andrea Petagna ainda deverão estar a pensar como é que falharam tantas oportunidades no jogo contra os checos.

Já o central do Slávia de Praga Michael Lueftner, jogador que na presente temporada foi distinguido com o prémio de melhor jogador jovem do futebol checo, ainda estará a pensar como é que Andrea Petagna (Atalanta) e Roberto Gagliardini (jogador que entrou na 2ª parte para o lugar de Federico Bernardeschi) o deixaram entrar pelo “meio-campo italiano a dentro” para carimbar com este autêntico laser os 3 pontos que permitem aos checos sonhar na derradeira jornada… em que os italianos estarão obrigados a vencer a Alemanha…

… que é só na minha opinião, depois do pouco que vi contra a selecção dinamarquesa é a formação que melhor futebol está a praticar até ao momento no torneio. Os alemães estão num pico de forma tremendo, são dominadores, tem um encadeamento perfeito no seu futebol (todas as acções na circulação são devidamente mecanizadas; no timing correcto) em virtude dos tempos que são colocados pelos dois construtores jogam no seu meio-campo (Max Arnold e Mahmoud Dahoud são de uma rapidez e de uma eficácia ímpar no passe; para além desse facto são muito rematadores à entrada da área) das subidas dos laterais Jeremy Toljan e Yannick Gerhardt, do “movimentadiço” Mitchell Weiser e da fantasia que Serge Gnabry oferece na esquerda. Gnabry arrisca-se a ser o melhor jogador do Europeu.

O golo do dia foi apontado por Davie Selke num arqueado remate de belo efeito disferido de primeira a passe de Jeremy Toljan. O avançado (cuja alcunha na alemanha é Langid Dämon; em português Demónio Languido; um tremendo potencial atravancado por um péssimo feitio e por constantes más exibições motivadas por uma crassa falta de vontade) calou todos os críticos (nacionais) que o acusam de ser um jogador perdulário e pouco profissional, ou seja, um daqueles que não esforça o suficiente em campo para mostrar todo o potencial que tem.

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