Tour de France – 10ª etapa – Marcel Kittel nas alturas


E paz na terra entre os sprinters! Viva Deutschland! Permitam-me o indispensável momento musical de fiesta mexicana, promovido pelo grande Marcel Kittel da música alemã.

O sprinter germânico da Quickstep é o verdadeiro penetra das festas encomendadas por outros. Trocando por miúdos: o pessoal da Lotto de André Greipel e da Katusha de Alexander Kristoff tenta, como tem efectivamente tentado nas últimas etapas, encomendar uma festa para os seus afilhados. Aceleram bem nos últimos 30 km para varrer os ciclistas em fuga que rodam na frente. Preparam na perfeição os seus comboios para atacar os lançamentos nos quilómetros finais. Brigam pelos rebuçados que caem das pinãtas, ou como quem diz, andam ali quilómetros a lutar pela dianteira do pelotão para poderem ter o prazer de posicionar e lançar bem os seus sprinters. De um momento para o outro, sem o ninguém chamar, à boleia daquele que tiver com mais energia (Fábio Sabatini, Matteo Trentin) para o tentar posicionar (dentro dos 10 primeiros; nunca nas primeiras 5 posições) aparece o penetra Marcel Kittel. Num ápice, o Kaiser da Turíngia, não só consegue entrar na festa como rouba todos os presentes aos aniversariantes. Danke Schon und aufwiedersehen! Morgen mehr!

Façam o favor de reparar na forma em como a Katusha acelera no último quilómetro. Façam o favor de contar o número de unidades que a formação russa tem na frente. Façam-me o obséquio de contar o número de elementos da Lotto-Soudal presentes. Façam-me também o favor de contar o número de corredores presentes com Kittel. Vejam as posições nas quais saem Alexander Kristoff e André Greipel. Vejam como Greipel fica, a meio do sprint, literalmente apeado. Vejam a posição em que sai Marcel Kittel. Se o alemão saísse de trás de um arbustro a 1 km da meta, ganhava a etapa porque é neste momento o ciclista mais potente em prova.

Simplesmente admirável!

Com esta vitória, o sprinter da Quickstep tornou-se o ciclista germânico com mais vitórias conquistadas no Tour, 13, superando o mítico Erik Zabel.

A camisola verde está efectivamente mais próxima, podendo ser praticamente carimbada se o alemão vencer a etapa de amanhã na chegada a Pau.

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