O golo do dia


Na Flash interview realizada após o término da partida, Vítor Oliveira falou da existência de um “chouriço” que andou em campo – não sei se o treinador do Portimonense se queria referir ao árbitro da partida (outro dos padres ordenados pela Fundação Benfica, palavras do nosso autor convidado Miguel Condessa) ou ao golo de André Almeida. Polémicas à parte (eu fico com a sensação que o penalty sobre Salvio é muito forçado; para tal apresento duas razões muito rapidamente e ao de leve para não gerar a indesejada controvérsia: 1. o toque per se não é suficientemente desequilibrador. 2. o toque acontece precisamente quando o extremo do Benfica falha a recepção; noutro âmbito, o golo anulado ao Portimonense é bem anulado; vantagens da inserção da figura e da tecnologia complementar, ou seja, mais um argumento para todos aqueles a quem custa confiar, por comodismo e por razões relacionadas com a manutenção do status quo de determinado clube, na modernidade das novas tecnologias) o que é certo (custa-me ter que escrever isto em abono da verdade de um cepo que só serve para dar fruta) é que o lateral parece ter toda a intenção de fazer aquele remate. Pelo menos dá-me a ideia que o jogador olha para o ponto em que quer colocar a bola e inclina ligeiramente o tronco para trás para fazer a bola subir. Se efectivamente estes movimentos corresponderem à verdade, foi um golaço de levantar estádios.

 

Um pensamento em “O golo do dia”

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