Paris Saint Germain: uma escola de artistas que vai bem para além do futebol


Das clássicas rosquetas dos pontas Uwe Gensheimer e “Lucky” Luc Abalo, de ângulo aberto ou de ângulo totalmente fechado (repare-se o ângulo de ataque que tem Abalo no momento do remate) passando pela eficácia do enorme monstro das balizas (que só não é na minha opinião o melhor guarda-redes da história do Andebol porque vi jogar no passado personagens de importância, eficácia e estilo transcendente como Mats Olsson, Andrey Lavrov e o alemão Henning Fritz) que é Thierry Omeyer, à magia que sai constantemente das mãos do lateral direito Nedim Remili: em Paris a magia ultrapassa por completo os relvados. E não se esgota em todos os actores citados. O carácter possante dos dinamarqueses Henrik Mollgard e Mikkel Hansen (laterais esquerdos) do pivot sueco Jesper Nielsen, e a magia e organização que os centrais Daniel Narcisse e Nikola Karabatic colocam no jogo dos parisienses, fazem desta a equipa mais completa e espectacular da história do andebol.

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