A melhor exibição colectiva e táctica da temporada não resultou em mais porque houve falta de qualidade na definição e um ligeirinho complexo de inferioridade nos momentos-chave


barcelona

Um turbilhão de emoções. Quem viu no estádio deverá ter decerto sentido que o Sporting poderia ter retirado muito mais daquela segunda-parte. Não foi um verdadeiro “encostar do adversário” às cordas porque os catalães também defenderam bem (chegando a ter 8 unidades no interior ou nas imediações da área) e conseguiram a espaços, nos momentos de maior pressão adversária com muita classe, melhor, com a classe que estratifica jogadores como Jordi Alba, Andrés Iniesta, Sérgio Busquets e Lionel Messi como jogadores de 1ª linha mundial, ter mecanismos (os tais que faltaram ao Sporting para ser criterioso na saída para o contragolpe) para levar a bola para o meio-campo adversário, cumprindo a mais ortodoxa das estratégias de gestão da vantagem. Aquelas que nos faltaram cumprir por exemplos nos jogos contra o Feirense, Estoril e Olympiacos.

No entanto, o Sporting no 2º tempo fez o que 99% das equipas europeias não conseguiram fazer nos últimos 15 anos contra este Barça: encostar a equipa catalã ao seu último reduto, aplicar uma pressão altíssima e de certa forma asfixiante que não deixava os catalães sair “à lagardère” em construção (a defesa subida até perto da linha de meio-campo comportava os riscos e consequências depreendidas na primeira parte quando o Barça começou a explorar a profundidade devido à falta de alternativas concedida pela excelente organização defensiva do adversário) e roubar muitas bolas passíveis de se constituírem como contra-ataques bastante promissores.Nesses contra-ataques faltou-nos critério (bloco a subir rapidamente, falta de linhas de passe para dar continuidade às arrancadas de Bruno e Gelson; é certo que a cada recuperações caiam logo uma data de jogadores sobre o portador, a começar por Sergio Busquets, estacando imediatamente a transição com um desarme ou com uma falta cirúrgica; passes certeiros), faltou um certo apoio dos laterais às investidas nas alas e alguma qualidade no momento da definição das jogadas.

A melhor exibição colectiva e táctica da temporada (quase perfeita no primeiro tempo; arrojada e suicida no 2, mas que ao mesmo tempo nos encheu de tanto orgulho; cumprindo à risca o plano de jogo que já vinha desde há algumas semanas a antever) poderia ter sido selada com um tiro de glória se Bas Dost (a atravessar uma clara crise de confiança) tivesse optado por atacar aquela apetitosa bola com a fé que o caracteriza, ao invés da infrutífera decisão tomada com a assistência para o lado para a entrada o remate de Bruno Fernandes. Estivemos tão próximos de um resultado positivo susceptível de nos abrir a porta do sonho num verdadeiro mar de espinhos. Contudo, fiquei ciente de

  • se no domingo fizermos uma exibição deste quilate de pureza contra o Porto (creio que não é preciso alterar nada no onze titular e no plano de jogo; a melhor forma de respondermos à estratégia que Conceição apresentará em Alvalade será baixar linhas e dar-lhes toda a iniciativa no nosso meio-campo; temos suficiente estabilidade, segurança e organização defensiva para enfrentar qualquer equipa ) venceremos;
  • se formos um bocado mais organizados e menos temerários ofensivamente poderemos bater a Juventus.
  • A terceiro e não menos importante: este estádio atingido frente ao Barcelona ainda não é na minha opinião o nível de evolução máxima que esta equipa pode vir a atingir no decurso desta temporada.

messi

Lionel Messi viu a sua vida dificultada pela estratégia táctica desenhada por Jorge Jesus. O argentino teve que andar literalmente a saltar de galho em galho para ter jogo nos pés em função da marcação individual que lhe foi feita a meias entre Battaglia e Mathieu. Sempre em cima do seu compatriota, Dom Rodrigo (o verdadeiro patrão desta equipa do Sporting) não deixou la pulga receber e ser tão expansivo na criação de lances de perigo. A equipa catalã até direccionou o seu jogo para o jogo em profundidade quando percebeu que o argentino não teria espaço para receber e criar com qualidade entre a linha média e a linha defensiva leonina. Quando Battaglia tinha que sair da marcação individual para pressionar mais à frente, era Mathieu quem se aproximava do astro para assumir a tarefa. Imperiosos, em toda a parte, quer o francês quer o médio argentino fizeram uma exibição de classe mundial. Revoltado, Mathieu até foi quem, conjuntamente com o seu colega de sector  Coates, à falta de maior frescura física dos seus companheiros do meio-campo, voltou a carregar a equipa para o ataque. 

3 linhas recuadas e pausa. Muita pausa no jogo, principalmente na saída de jogo através dos centrais. O Barcelona não arriscou (creio até que em determinados momentos da partida os catalães não estiveram nada confortáveis no jogo) e Valverde já estaria decerto avisado para a eventualidade do Sporting iniciar a partida com uma estratégia de jogo que contemplava o recuo de linhas e a activação de uma pressão mais intensa (creio que foi na primeira parte uma das nossas falhas; estivemos bem na cobertura à zona mas não tivemos a proximidade necessária aos jogadores catalães para cair imediatamente na pressão, complicar a construção adversária, roubar se possível e pressionar de forma a limitar o tempo e o espaço ao portador; daí advieram as perigosas bolas lançadas em profundidade para as corridas de Jordi Alba nas costas de Gelson, por exemplo) à entrada do meio-campo. Com um curtíssimo espaço existente entre linhas, tanto Sergi Roberto (em posição interior) como Andrés Iniesta (o médio espanhol oscilou entre uma posição mais aberta, próxima da linha lateral e uma posição mais interior) não conseguiam receber jogo (porque os leões fechavam com relativa eficácia o acesso ao jogo interior) e Messi, mais à frente no terreno, era mais vigiado que os presidiários de Vale dos Judeus por Battaglia e Mathieu.

Como Valverde já estava avisado, o Barcelona apareceu com um “jogar” que apresentou alguns traços comuns em relação aos processos habitualmente trabalhados (as tabelinhas à entrada da área, foram um dos exemplos) e um ou outro processo ofensivo no ataque à profundidade resgatados de outras eras históricas desta formação, processos que acabaram na minha opinião por ser resgatados em função das dificuldades criadas pela boa organização leonina. Eis dois exemplos:

https://dailymotion.com/video/x629ozi

Os famosos passes de ruptura de Messi (mais recuado e mais participativo na fase de construção; as suas descidas até ao meio-campo foram uma constante ao longo do jogo; sempre que baixou para receber, deu critério à organização ofensiva dos catalães) e Iniesta para as diagonais de Jordi Alba, um dos vários processo históricos identitários que ainda resta na equipa do trabalho de Pep Guardiola. Aqui residiu outra das falhas. individuais cometidas pelo Sporting no primeiro tempo: Gelson deixou que o perigoso lateral lhe ganhasse (em velocidade a frente) nos dois lances.

Já o Sporting tentava, em especial, nas situações de saída para o contra-ataque, fazer chegar a bola o mais rapidamente possível aos pés de Bruno Fernandes para este lançar a velocidade de Gelson através do passe à distância. Houve ali um momento, entre os 10 e os 20 minutos no qual William ainda tentou assentar o jogo no meio-campo adversário com sucessivas distribuições para os flancos e para as descidas de Doumbia (o africano deu muito apoio por dentro, às investidas de Gelson), mas Acuña revelou muita dificuldade para ganhar os duelos individuais 1×1 que realizou contra Nelson Semedo, e Gelson, do outro lado,também sentiu essa dificuldade frente ao incisivo Jordi Alba. Ao contrário do argentino, o português teve mais apoio às suas investidas por parte de Piccini, de Doumbia (entrando por dentro; é numa dessas entradas que o africano se lesiona) e essencialmente Bruno Fernandes. Sempre que o português não conseguia ou não considerava como profícua a partida para acções 1×1 contra o lateral catalão, havia sempre um apoio por dentro a entregar a bola para reformular a acção.

Do italiano viu-se um bom pormenor (já identificado no seu jogo) quando com uma inflexão da direita para o corredor central o italiano vislumbrou um espaço vazio concedido pelo adversário para iniciar uma das suas características cavalgadas, acções que terminam com um remate de pé esquerdo. Quando aquele pontapé estiver apurado, poderemos ter aqui uma profícua solução de jogo.

https://dailymotion.com/video/x629pnj

Enquanto o Sporting perdia alguma clarividência na saída para o contra-ataque (a partir da meia-hora um conjunto de passes falhados no acto da recuperação em zonas interiores devolvia a iniciativa aos catalães), num dos raros lances nos quais a defensiva leonina deu espaço para Sergi Roberto receber entre linhas, nasceu outro lance de perigo junto à baliza do Sporting. Rui Patrício esteve simplesmente perfeito nas saídas da baliza. Em 4 investidas dos catalães aos seus pés, não passou nenhuma. Posso até mesmo dizer que a excelente exibição do guardião leonino na noite de ontem teve o condão de manter o Sporting dentro do jogo.

Por outro lado, mesmo  ao cair do pano dos primeiros 45 minutos (bela simulação de Suarez sobre Mathieu e Coentrão) Coentrão também foi decisivo com este belo desarme sobre Messi. O lateral recuperou muito bem da simulação do uruguaio para compensar Coates.

O infeliz lance de bola parada lateral que nos ditou a derrota.

Os livres laterais não são de todo o forte dos catalães. Não quero com isto dizer que tenham neste departamento do jogo o seu fraco, mas são neste aspecto uma equipa que não explora este tipo de lances. Na primeira parte, um livre de Messi já tinha levado perigo para a baliza leonina com um “remate olímpico” que só não entrou porque a curva descrita passou a milímetros do poste direito da baliza de Rui Patrício. Na sequência de um livre lateral batido pelo argentino da esquerda, Umtiti foi ao 2º andar para cabecear uma bola que ficou ali a pular na pequena área leonina antes de ser aliviada por um leão. No início da 2ª parte, uma falta completamente despropopsitada de Acuña, num lance aparentemente controlado por Coentrão ditou-nos o azar. Literalmente o azar.

Nos 5 minutos posteriores ao golo, não podemos de forma alguma negar que a formação de Alvalade acusou o golo. As saídas para o contra-ataque voltavam a ser algo pantanosas (Dost também não ajudava; o Sporting perdeu claramente uma opção de profundidade com a saída de Doumbia; Doumbia estava a ser um dos mais incómodos no primeiro tempo; sempre que tinha a bola nos pés, o avançado costa-marfinense tratava de magicar uma das suas arrancadas) e os catalães tinham mais espaço para jogar no meio-campo leonino em virtude de um certo momento de desorganização defensiva.

Mathieu manteve porém a equipa na discussão do resultado quando secou, de raiva, Lionel Messi neste lance que resultou de uma falha clamorosa de Coates:

https://dailymotion.com/video/x629qsr

Lento? Mathieu? Mais rápido que Messi! Estou certo que ainda conseguiria ganhar uma medalha de bronze nos 100 metros nos próximos Jogos Olímpicos!

Perdido por 100, perdido por 1000. Foi a partir deste lance que Jorge Jesus tomou a decisão de subir o seu bloco e as suas linhas de pressão até ao meio-campo adversário. Battaglia cresceu ainda mais no jogo e recuperou uma data de bolas resultantes de alguma inércia de Rakitic. Enquanto o Barcelona tentava gerir a vantagem através da posse, conduzindo com segurança (em triângulos) a bola até ao meio-campo adversário, ao Sporting faltavam um bocadito de ambição e de critério na definição nos últimos 30 metros. Foi entre os 65 e os 80 minutos que mais me veio à cabeça uma frase uma vez proferida pelo mestre Pedroto num simpósio no Porto no início dos anos 80: “ao futebol português falta-lhe aqueles últimos 30 metros… e uma certa inexistência de um complexo de inferioridade quando joga contra as grandes equipas do mundo” – na última meia-hora, o Sporting padeceu dessa grave patologia. Recuperava bem mas definia mal as suas jogadas. Para cúmulo dos azares, o nosso principal goleador anda a fugir da finalização como o diabo foge da cruz.

https://dailymotion.com/video/x629r4d

Na primeira jogada, uma grande recuperação de Battaglia apanhava a defesa catalã totalmente exposta em inferioridade numérica. Continuo a defender que a melhor opção que deveria ter sido tomada por Dost teria sido o remate. Um remate do tamanho da fé e da crença de 3,5 milhões de Sportinguistas, para provocar um estado de euforia colectiva nos 52 mil espectadores presentes.

Nota final para a prestação miserável do árbitro da partida, o romeno Ovidiu Hategan. Ressabiado quiçá pela vergonha passada pelo “seu Steaua” no passado mês de Agosto frente ao Sporting no jogo da 2ª mão, o romeno veio a Alvalade apitar com uma mala cheia de critérios duais. O show do romeno começou bem cedo quando este anulou incompreensivelmente, sem motivo aparente, dois lances prometedores ao Sporting na área adversária. Num deles, o romeno travou uma situação na qual Bruno Fernandes já estava a puxar do gatilho para decerto abrir o marcador. Hategan continuou com a admoestação em catadupa de amarelos aos jogadores do Sporting (alguns correctamente exibidos, outros não) deixando passar em claro no capítulo disciplinar uma série de contra-ataques travados por Busquets e Piqué e duas entradas de Rakitic. Na 2ª parte creio que existe um penalty por marcar sobre Bas Dost (Rakitic está a agarrá-lo no momento do cruzamento) e existiu um livre a favor do Barcelona à entrada leonina (uma pretensa falta sobre Sergi Roberto) que só foi marcada pelo romeno quando este se apercebeu que Messi tinha perdido o esférico.

 

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2 opiniões sobre “A melhor exibição colectiva e táctica da temporada não resultou em mais porque houve falta de qualidade na definição e um ligeirinho complexo de inferioridade nos momentos-chave”

  1. Mais uma vez uma grande análise!
    Ontem o Battaglia foi monstruoso, o Mathieu foi soberbo e a forma como o JJ marcou zonalmente/ao homem o Messi, com o Battaglia limitando as linhas de passe e o primeiro ataque quando em posse da bola e o Mathieu para as sobras, foi de uma maestria táctica ao alcance de muito poucos… Aquele corte na 2ª parte do Mathieu, corrigindo a falha do Coates, foi do mais bonito que vi em termos defensivos em Alvalade.
    Acho que o Bruno Fernandes esteve nervoso, parecendo aqueles putos que estão rodeados pelos idolos de infancia. Senti falta daquela inconsciência juvenil que ele empresta ao jogo, não prestando vassalagem a ninguém. Ontem ver-se a jogar contra o Iniesta, foi demais para ele (estava a ver que lhe pedia a camisola aquando da substituição), tornou-se demasiado óbvio que sempre que recebia a bola, a 1ª opção era procurar as desmarcações ou 1×1 do Gelson.
    O mesmo se aplica ao Gelson, acho que ele deveria ter sido mais insolente no 1×1, sobretudo com movimentos para dentro, ainda que o Alba seja um defesa muito forte no 1×1 e quase sempre o Barça, juntasse o Umtiti num 2×1, dificil de ultrapassar(lição tb bem estudada pelo Valverde).
    A lesão do Doumbia retirou profundidade (e vai fazer falta domingo, se necessitarmos de fazer algum assalto final) e estranha falta de confiança do Bas Dost fez o resto. Incompreensível como ele não remata à baliza aos 74m.
    O William teve também soberbo, faltou mais ousadia atacante da equipa para ter sido mais visível a qualidade do seu jogo.
    O Acuna também fez um jogo do ponto de vista táctico superior, mas preocupa-me o estado dele para domingo.
    Piccini e Coentrão também estiveram bem defensivamente, o Piccini já se percebeu é um lateral que está mais à vontade no jogo interior, que a criar superioridade indo à linha. Do Coentrão, precisávamos do critério que ele presta ao ataque sempre que vai à frente (tem ido poucas vezes, falta de pernas…)
    Sobre domingo, tenho algumas reticências sobre a sugestão de jogarmos com o bloco baixo frente ao FCP.
    Jogando em casa (duvido que o estádio tolere a necessidade de um jogo de contenção), em desvantagem na tabela, com menos 24h de descanso e mais cansaço decorrente dos jogos diferenciados das equipas na jornada europeia, acho que de vemos ter uma entrada impositiva no jogo, sem receios e tentar resolver cedo.
    Acuna, Coentrão, Gelson, B. Fernandes parecem estar por arames, sem Doumbia e com o Bas Dost em crise de confiança, vamos estar limitados.
    Para mim o ponto frágil do FCP, parece-me ser o lado direito e a vocação demasiado atacante do R. Pereira (não sei se não jogará o Maxi…), tem sido por aí que têm sofrido golos e os lances de maior perigo.
    Acho que o FCP vem jogar com 3 no meio campo, com o Marega a descair para a direita.
    Espero que o JJ não invente com o Alan Ruiz e jogue com um meio campo a 3. A ver!!!

    Saudações leoninas
    P.S. Vergonhosa a subserviência da arbitragem dos árbitros com os poderosos. Tal como cá, fraco com os fortes e fortes com os fracos.

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  2. Grande Miguel! Bom comentário de indispensável complementaridade aquilo que vou escrevendo e que na altura, por cansaço (maior parte das vezes por cansaço! não é fácil por vezes ter às onze da noite\meia-noite a abertura de espírito, a clarividência e a frescura de memória para descrever) me vai escapando.

    Respondendo à parte final do comentário (quanto ao resto não tenho uma única objecção a por) dada a observação que tenho realizado do Porto creio que para já os pontos fracos do FC Porto residem em dois aspectos:
    – nos laterais como bem referiste, porque se projectam muito no terreno e podem facilmente ser um factor de risco contra uma equipa com uma transição para o contra-ataque bem oleada, como é o caso do Sporting. Se os nossos médios conseguirem recuperar a posse no meio-campo, podemos explorar essas deficiências com a imediata colocação da bola para as alas, procurando a velocidade dos nossos médios ala ou para as desmarcações do Doumbia. Não sabemos se o Doumbia jogará mas esperemos que sim porque poderá ser muito importante. No entanto também há que considerar aqui dois sub-aspectos: tanto o Telles como o Ricardo são muito velozes a recuperar posição.
    – A exposição a que o Danilo é sujeito quando o Conceição alinha com um dos médios mais próximos da área. Essa foi quanto a mim uma das razões da derrota do FC Porto frente ao Besiktas. Com o Oliver mais próximo da área ou mais próximos das alas (realizando aqueles movimentos divergentes para a linha de fundo que lhe permitem apoiar as investidas dos laterais ou dos extremos) o Conceição expõe imenso o Danilo nos momentos de perda, porque quase sempre fica em inferioridade numérica.

    Eu creio que vamos ter um jogo nos quais os dois treinadores procurarão apresentar estratégias de jogo muito próximas daquelas que apresentaram frente ao Mónaco e Barcelona. Creio que tanto o Jorge Jesus como o Conceição tentarão oferecer (a todo o custo) a iniciativa ofensiva ao adversário para baixar linhas e sair no contragolpe. Veremos portanto nos primeiros minutos quem é que quebra o espartilho para tomar conta do jogo.

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