Os golos da Champions


Uma aposta de risco de Rui Vitória. Um par de notas sobre a estreia ao mais alto nível de Mile Svilar

Incontornável assunto colocado à discussão na ordem deste 19 de Outubro foi o ridículo golo sofrido por Mile Svilar na derrota caseira averbada pelo Benfica por 1-0 frente ao Manchester United. Assim que Bruno Varela deixou entrar (por manifesto excesso de confiança) aquela bola saída dos pés de Renato Santos na derrota dos encarnados no Estádio do Bessa, creio que seria lógica e natural a possibilidade de Rui Vitória vir a trocar de guarda-redes nos jogos seguintes, para, numa fase mais adiantada da temporada, promover, na altura certa, quando o jogador já se encontrasse totalmente adaptado à sua nova realidade e às rotinas trabalhadas na equipa, o jovem talento Mile Svilar. O ridículo golo sofrido na noite de ontem em nada beliscou aquilo que penso sobre o jovem guardião belga: Svilar tem um potencial infinito por explorar, talento no qual sobressai um estilo muito peculiar (é um guarda-redes que gosta de actuar ligeiramente mais subido no terreno; característica clássica dos guarda-redes belgas), uma boa capacidade de recuperação na baliza, felino no voo, bastante ágil e flexível, e muito rápido a sair aos pés dos adversários – como ponto fraco parece-me ter somente a saída ao cruzamento por questões meramente posicionais, como pudemos reparar no lance do golo. Svilar não me parece ser aquele tipo de guarda-redes incisivo, agressivo e decidido a sair a cruzamentos, mas, os seus 18 anos, e as 2 temporadas que passará certamente na Luz (podem vir a ser mais ou até menos consoante o grau de evolução) conferem ao treinador de guarda-redes dos encarnados Luís Esteves algum tempo para poder calmamente lapidar os pontos fracos deste diamante em bruto.

A aposta de Rui Vitória no jovem guardião belga, jogador que cumpriu ontem o seu segundo jogo no escalão sénior e o primeiro na principal prova do futebol europeu, tornando-se o mais jovem guardião a alinhar num jogo a contar para a Champions, para um jogo no qual o Benfica teria obrigatoriamente que marcar pontos para continuar a acalentar o sonho de poder discutir o acesso aos quartos-de-final foi por motivos óbvios uma aposta de risco. Mesmo sabendo que estava a submeter o miúdo a um ambiente de extrema complexidade de pressão, frente a uma das mais poderosas equipas do futebol mundial, numa competição onde cada falha é aproveitada pelo adversário e cada falha comprometedora é obviamente sentida de maneira diferente por um jovem em início de carreira, o treinador do Benfica quis obviamente aproveitar a ocasião para correr o risco, ou seja, para dar estaleca ao miúdo, consciente que o belga “saíria em ombros da Luz” se fizesse uma monumental e galvanizadora exibição (exibição que efectivamente realizou até sofrer aquele golo) e muito dificilmente seria criticado ou até gozado (pelos adeptos do clube) se cometesse uma falha grave. Os adeptos dos rivais obviamente passaram o dia a capitalizar sobre a falha, mas isso é uma questão tão antiga quanto a origem do vento e não deverá influir com a psique do jogador. Pelo que tenho visto, confiança não faltará ao jogador para dar a volta por cima nas cenas dos próximos capítulos. Quando, em 2006, nos primeiros jogos de leão ao peito, Rui Patrício falhou, os adeptos dos clubes rivais também cairam sobre o pobre keeper sportinguista. Rui Patrício teve na altura, força mental para aprender com os erros cometidos, para superar os seus próprios fracassos, para se sedimentar como titular da baliza leonina naquela temporada (na altura, o Sporting vivia uma situação muito idêntica à que vivia o Benfica; mesmo apesar das falhas esporádicas que o jovem guardião ia cometendo aqui e ali, Paulo Bento continuou a segurá-lo e a dar-lhe a sua confiança) e acima de tudo para trabalhar com confiança, tornando-se o assombro de guarda-redes que hoje efectivamente é. 

A mudança táctica de Rui Vitória

Num jogo em que os encarnados não 

Insistir e persistir no erro ou mudar atempadamente, podendo efectivamente ainda vir a salvar uma temporada que se avizinha como muito difícil? Ao contrário dos que me são mais próximos, eu continuo a recusar a ideia que a época do Benfica está, segundo a sua opinião, “totalmente hipotecada” – O Benfica está efectivamente, depois do resultado de ontem, totalmente arrumado dos oitavos-de-final. Disso não tenho (temos, suponho) a mínima dúvida. O Benfica também poderá ter dado um passo decisivo para ser eliminado das competições europeias – apesar de ainda existir uma réstia de esperança, os próximos 3 jogos na competição ditarão o seu destino para o final da temporada. Mas, ao nível das competições internas, tudo está em aberto. O sistema táctico 4x4x2 utilizado por Rui Vitória foi (não podemos escamutear) é um sistema muito válido para os jogos das competições internas, ou seja, para os jogos em que a equipa passa 70% do jogo útil a atacar em ataque posicional no meio-campo adversário, precisando apenas de ter um médio de cobertura para matar as transições adversárias para o contra-ataque mas não serve para os jogos das competições europeias porque efectivamente é um sistema que expõe defensivamente a equipa. Isto é: tendo um organizador de jogo de propensão mais ofensiva (de pouca propensão defensiva; manifestamente lento a recuperar na transição defensiva) como o é Pizzi e um jogador de cobertura defensiva (Fejsa), em vários jogos europeus, vemos este Benfica a actuar em inferioridade numérica neste sector do terreno – mesmo internamente, contra equipas que consigam ter médios hábeis na saída para o contra-ataque, Fejsa pode ser (não quero com isto dizer que é e\ou é sempre porque efectivamente não é; há jogos em que Fejsa sozinho dá conta do assunto) insuficiente. Em algumas das partidas (este défice já não é de hoje) o Benfica é uma equipa que abre um enorme fosso entre a linha defensiva e a linha média, fosso que é aproveitado pelos centrocampistas adversários para armar o contra-ataque e para jogar. A mudança táctica executada por Rui Vitória para o 4x3x3, mudança na qual o técnico benfiquista acrecentou Felipe Augusto à dupla do meio-campo visa anular esse fosso, ou seja, visa ter um 2º médio de cariz mais defensivo próximo do sérvio para o auxiliar nos momentos da transição adversária para o contra-ataque (trancando a transição; caíndo para uma ala para fazer a devida compensação às subidas dos laterais;) e para o auxiliar a fechar espaços no corredor central à frente da defensiva. À guisa dessa alteração, o Benfica teve efectivamente contra o United um comportamento defensivo de qualidade bastante superior ao que tem tido.

Outro dos problemas do Benfica (problema que efectivamente não foi ultrapassado com a contratação de um lateral direito capaz de compensar o que a equipa perdeu com a saída de Nelson Semedo) passa obviamente pela dificuldade que os laterais tem em subir no terreno, para não comprometer o equilíbrio defensivo da equipa. Com a entrada de Felipe Augusto, os laterais tem maior compensação na sua rectaguarda, não sendo portanto tão fácil ao adversário explorar o adiantamento dos laterais com o lançamento de bolas para os corredores nas suas acções de contra-ataque, se Fejsa e Felipe Augusto forem rápidos a ler as intenções adversárias e a caírem atempadamente nos corredores para anular as investidas.

No entanto, a saída de um homem da frente para a entrada de um 3º médio, abre uma série de novas equações. Uma delas prende-se com a utilização de Jonas. Abdicará Vitória de Jonas? Como temos visto, Jonas é muito eficaz a vir ao exterior da área buscar o jogo aos médios para executar a ligação intersectorial com o ponta-de-lança (no ataque à profundidade) ou com os extremos. Mas Salvio por exemplo, por vezes também é eficaz nessa missão, desde que tenha na sua ala um lateral sempre presente para conferir profundidade ao flanco. E Zivkovic, jogando talvez em posições interiores a partir da direita também o pode fazer porque tem uma boa qualidade de passe, visão de jogo e inteligência na tomada de decisões. Rui Vitória sabe que não pode abdicar de Jonas porque para além de ser o jogador mais inteligente e o melhor finalizador da equipa, Jonas é o jogador que mais arrastamento produz nas defesas adversárias. Mas, com a saída de um jogador da frente de ataque, Rui Vitória obrigará Jonas a ter que estar mais tempo na área sob o risco de ali não ter qualquer presença para os momentos de finalização se o brasileiro “passar a vida” no exterior, ou seja, o brasileiro não produzirá tantos arrastamentos com as suas constantes movimentações de exterior e a equipa poderá perder alguma qualidade num dos aspectos onde este Benfica é efectivamente forte: no ataque à profundidade. Se abdicar de Jonas, Vitória poderá perder tudo: um jogador profícuo a ligar o jogo e mais eficaz que os 2 pontas-de-lança (um mais de área, Seferovic; outro mais versátil que é tão capaz de ser uma referência de área como de cair nas alas para estender o jogo, Jimenez).

Acreditando na possibilidade de Rui Vitória poder vir a trabalhar neste novo sistema de jogo, uma boa parte das dinâmicas existentes (solidificadas nos últimos 2 anos) terão que ser derrubadas para se construirem novas dinâmicas e por conseguinte um novo jogar. Estas novas dinâmicas e estes novos processos de jogo não se constroem de um dia para o outro, embora grande parte da equipa se conheça bem e saiba traduzir e exemplificar as ideias do seu treinador.

Vamos a um exemplo prático:

Com Jonas em campo em 4x4x2, assim que o brasileiro, imaginemos, recebesse a bola de Douglas, teria imediatamente Seferovic ou Jimenez a desmarcar-se para as costas de Lindelof para lhe oferecer uma linha de passe susceptível de criar uma acção de finalização frente ao guarda-redes. Jogando apenas com um jogador na frente, Jimenez tinha a meu ver 3 opções, dependendo uma exclusivamente da movimentação de Diogo Gonçalves: ou abria para a esquerda se o jovem tivesse aberto rapidamente uma linha de passe com um movimento divergente (afastando-se de Valencia para receber ou arriscava executar o que arriscou. No entanto creio que há um movimento em que Diogo Gonçalves poderia ter oferecido uma 3ª decisão ao mexicano se tivesse executado uma desmarcação em diagonal para o meio para capitalizar o espaço existente entre Lindelof e Valencia.

diogo gonçalves

Havia portanto muito espaço entre o central sueco e o lateral equatoriano para colocar um passe de morte para uma eventual diagonal de Gonçalves. Gonçalves ficaria certamente isolado na cara de David De Gea.

Falta de presença na área:

Grande corte de Ruben Dias

Tendo visto e antevisto a falha de Grimaldo (perde a frente para Rashford; com muita presença de área ao 2º poste nas jogadas construídas pelo corredor esquerdo) o jovem central de 20 anos, aposta que Rui Vitória irá decerto manter nos próximos jogos, foi veloz a recuperar sem nunca ter perdido a bola como a sua principal referência. Com um toque em agilidade (nem sempre fácil de realizar quando se vai em marcha acelerada), o central tirou o pão da boca ao internacional inglês.

Qualquer falha na Champions é uma oportunidade de ouro para o adversário materializar

Assim o foi no lance do primeiro golo do Basileia na Rússia frente ao CSKA. Frente ao Benfica eu compreendi que esta equipa do Basileia é muito forte no contra-ataque (saíndo rapida e vertiginosamente com muitas unidades), não dando tempo aos adversários para recuperar convientemente no terreno. É muito forte porque havendo espaços para correr (para progredir), os velozes jogadores da formação orientada por Raphael Wicky não se fazem rogados: avançam e rematam. Rematam muito. A primeira abordagem (de carrinho) que é feita a Renato Steffen (o jogador que conduz a bola na saída para o ataque) é muito má. O experiente Alexey Berezutski ainda tenta emendar o erro mas para sua infelicidade coloca a bola nos pés de Taulant Xhaka. Xhaka é rápido a passar por Berezutski (ainda tenta fazer uma falta necessária para matar a investida) para perspectivar e ter todo aquele espaço (e superioridade; superioridade que impede o jogador que tem à sua frente de sair na pressão sob o risco de oferecer a linha de passe que Xhaka possui à direita) que lhe vai permitir alçar a pastilha para inaugurar o marcador.

taulant

Mbappé e Verratti nem deixaram o Anderlecht sonhar

A fortaleza belga demorou 3 minutos a cair no Constant Vanden Stock Stadium. Triangulação perfeita realizada entre Daniel Alves, Kylian Mbappé e Marco Verratti. Acção inteligentíssima do avançado.

mbappé 11

Recebe, roda, procura e entra na área pelas costas de dois defensores.

mbappé

A agilidade de Mats Sels no 1×1 frente a Mbappé

Pura agilidade: a capacidade de movimentar o corpo no menor tempo possível. Aos pés do prodigioso avançado francês, o guardião belga conseguiu reverter num curtíssimo espaço de tempo (de fracções de segundo) o movimento corporal a que foi induzido, com alguma inteligência, pelo ponta-de-lança (quando ameaçou visar a baliza com uma simulação para fazer inclinar o guarda-redes do Anderlecht) para se estirar de forma a impedir a finta.

Sels não teria tanta sorte no lance do 2º golo, mas mesmo ainda fez um esforço soberbo para ir buscar aquele cabeceamento de Cavani.

Aquele remate de Neymar levava certamente lume. Sels ainda é rápido a levantar-se para impedir o cabeceamento de Mbappé mas o francês voltou a ser novamente muito inteligente ao preferir amortecer o ressalto para a cabeça de Cavani. Sels nada poderia fazer. O guarda-redes belga de 25 anos (internacional por todos os escalões de formação da selecção belga; recentemente, foi chamado aos trabalhos da selecção belga, selecção onde obviamente está tapado por um excelente e dois bons guarda-redes: Courtois, Casteels e Mignolet) ainda se esticou para impedir a entrada daquela bola mas já a foi buscar dentro da baliza.

Muita gente inserida em zona de finalização. Boa diagonal de Neymar.

psg

Uma das ideias mestras de Emery para as situações em ataque organizado. Laterais sempre projectados no último terço adversário (sempre seguros na rectaguarda pelo posicionamento mais recuado e não-atacante de Thiago Motta). Incursão dos extremos para zona de finalização no momento em que os laterais tem oportunidade para cruzar, criando números na área. Neymar faz a diagonal para entrar em zona de finalização Como estão 2 para 2 na área…

psg 2

A entrada de um 3º homem em zona de finalização, para um espaço que é obviamente do conhecimento de Daniel Alves, torna o lance completamente indefensável. O brasileiro falha por milímetros.

Esta é, como referi, uma das ideias, constituídas em processo, que Emery trabalha muito bem nas suas equipas. Dentro de alguns dias irei abordar o modelo de jogo do técnico espanhol de forma mais minuciosa.

Neymar troca as voltas aos homens da barreira.

O brasileiro tem vindo a estudar bem os comportamentos de todos os adversários. Neymar previa a possibilidade dos jogadores inseridos pelo Anderlecht na barreira (barreira que tem uma bateria de jogadores do PSG inseridos para abrir caminho para um eventual remate colocado para a direita) saltarem no momento do remate, temendo a colocação por cima da barreira. Neymar surpreende toda a gente (inclusive Mats Sels) com um remate rasteiro que passa por debaixo dos pés dos adversários.

Boa finta de corpo do médio ala Massimo Bruno 

bruno

O Anderlecht tentou, nos minutos finais, fazer um forcing no meio-campo adversário para obter o seu tento de honra. Nesse forcing, a sua ala direita esteve especialmente interventiva, depois da substituição realizada Hein Vanhaezebrouck quando tirou aos 80″ Pieter Gerkens para colocar Massimo Bruno em campo. Nesta acção 1×2 realizada entre Bruno e Dennis Apiah, Bruno entra muito bem por dentro. Rabiot, bem posicionado para intervir, depreende que Bruno tentará entrar pelo espaço existente. O belga troca-lhe as voltas com uma belíssima finta de corpo, pecando apenas por precipitação…

bruno 3

O belga tinha espaço para entrar mais na área e passar a bola novamente para o seu pé mais forte. Por outro lado, creio que também poderia ter procurado servir a desmarcação que estava a ser realizada por Sofiane Hanni.

Um verdadeiro show dos homens dos corredores – Alaba, Kimmich e Kingsley Coman – 

https://dailymotion.com/video/x65c4dl

No glorioso regresso de Jupp Heynckes, pela mesma porta com que havia saído do Bayern em 2014 para dar o seu lugar a Pep Guardiola: pela porta dourada da vitória. Frente a uma equipa, o Celtic de Brandon Rodgers, que apresentou em Munique um bloco descoordenadamente ultra recuado (encafuado no interior da área ou nas imediações desta; deixando o pobre Leigh Griffiths ao abandono lá na frente; não é que Griffiths seja um jogador que se dê mal quando joga desapoiado na frente porque esta é efectivamente a sua realidade quer nas competições europeias quer na selecção escocesa) , no qual os escoceses encareceram o metro quadrado para jogar no corredor central (nem isso considerei positivo do que vi do jogo) os alemães foram obrigados a uma espécie de futebol total: ora roda para um flanco à procura de espaço para penetrar, ora roda para o outro. Com todos os jogadores inseridos em processo ofensivo, os homens dos corredores (Joshua Kimmich e Arjen Robben; Robben adoptou um posicionamento mais interior; David Alaba e Kingsley Coman; alternando ao nível de posicionamento) resolveram facilmente a partida.

kimmich

Frente a 3 adversários, Muller não tem condições para almejar a baliza. O avançado roda e procura a subida até à área do seu lateral direito.

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Uma velha prática iniciada por Heynckes: muitos homens em zona de finalização nos lances construídos pelos corredores. Alaba entra por dentro, atento à segunda bola que poderia surgir a qualquer momento. É ele quem finaliza (muito mal) a jogada depois do alívio de um jogador escocês.

alaba 3

kimmich 2

Kimmich assiste Lewandowski com um cruzamento realizado com o pé esquerdo. A bola cai escorreita na cabeça do polaco, que me parece estar adiantado em relação ao último homem no momento do passe.

Já não consigo encontrar palavras para qualidade a qualidade do jovem lateral internacional pela Mannschaft. Phillip Lahm pode retirar-se. Já foi encontrado o melhor herdeiro possível para a sua posição, o homem que certamente irá honrar e ampliar o seu enorme legado.

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Jogada extraordinariamente bem ensaiada. Kimmich bate o canto rasteiro para a entrada da área. Lewandowki sai do emaranhado de jogadores para usufruir do seu pequeno penalty. O remate não sai da melhor forma porque o experiente (e violento!) Scott Brown é rápido a sair para limitar o tempo da acção do ponta-de-lança.

scott brown

Lance do 2º golo – Mais uma vez muitos jogadores inseridos em zona de finalização na sequência de um 1×1 efectivo de Coman. Incluíndo quem? Kimmich! Ao 2º poste, claro.

kimmich 5

Nesta jogada existem duas movimentações que me parecem muito interessantes para captar as atenções da defesa, impedindo uma rápida movimentação no sentido de limitar a acção de finalização do lateral.

kimmich 6

A vermelho: as entradas de Thomas Muller ao primeiro poste (arrastando 2 jogadores) e de Thiago Alcântara ao centro

A entrada de Lewandowki no espaço existente entre o defensor a azul e Joshua Kimmich, baralhando o dito.

hesita

Postura hesitante no momento em que Lewandowki entra, levando a que o jogador não saísse para realizar o ataque à bola.

Visto de outro ângulo:

kimmich 7

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