Quem tenta sempre alcança – a vitória de David de La Cruz no País Basco

À terceira tentativa foi de vez! Depois do azar de Julian Alaphillipe na primeira etapa e do fracasso que foi o lançamento do sprint de Mauro Richeze na 2ª depois de um dia árduo de trabalho para colocar o sprinter argentino nas condições ideiais para vencer a etapa, na primeira etapa de abordagem à montanha (média montanha) foi o espanhol David de La Cruz quem deu a vitória na etapa e a liderança da geral individual à equipa belga, equipa que tem tido uma semana minimamente feliz, depois da vitória de Phillipe Gilbert no Tour da Flandres.

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Volta ao País Basco: o azar de Julian Alaphillipe e a vitória de Michael Matthews

A sempre difícil e muito técnica chegada a Sarriguren trouxe espectáculo a uma etapa disputada “nas calmas”. Numa etapa disputada a um ritmo muito baixo, com um trio de fugitivos relativamente perigoso na frente (Igor Anton da Dimension Data, um ciclista que conhece muito bem o terreno que pisa e que poderia ser perigoso caso o deixassem chegar na frente à meta; acompanhado por Luis Mas Bonet, um ciclista perito em fugas e por Yoann Bagot da Cofidis) foi a Sunweb de Michael Matthews assumiu lá atrás no pelotão grande parte das despesas de perseguição e de aproximação ao técnico desfecho da etapa nos seus 5 km finais.

As acentuadas viragens que os ciclistas tiveram que realizar, acompanhadas pela entrada numa faixa de estrada muito estreita (em ligeira inclinação) a fazer lembrar as estradas das clássicas que se estão a disputar neste preciso momento na Flandres obrigaram as equipas dos candidatos à vitória na geral individual a colocar os seus líderes na dianteira do pelotão de maneira a poderem em primeiro lugar ter condições para atacar na parte final se fosse esse o seu desiderato, e em segundo a evitar uma eventual queda que pudesse ocorrer no seio do pelotão.

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Quem mais poderia ser senão Nairo Quintana?

O colombiano, ciclista que está curiosamente na capa deste blog na sua semana de estreia, voltou a dar-se bem em Itália, mais concretamente na prova cuja classificação geral individual já tinha vencido em 2015. Na longa subida ao Monte Terminilho, o ciclista da Movistar fez uma interessante corrida no plano táctico, atacando no momento certo para derrubar a concorrência mais directa que era feita por Geraint Thomas (Sky; voltou a confirmar o seu excelente estado de forma), Adam Yates (Orica) e Rigoberto Uran (Cannondale).  Continuar a ler “Quem mais poderia ser senão Nairo Quintana?”