Vuelta – 4ª etapa – Quickstep: uma máquina a fabricar vitórias

A actual líder do Ranking UCI é uma verdadeira máquina a fabricar vitórias. A vitória na 4ª etapa de Matteo Trentin (com esta vitória o ciclista italiano completa o pleno de vitórias nas 3 grandes voltas; já tinha conquistado 2 vitórias no Tour nas edições de 2013 e 2014 e uma vitória de etapa no Giro na edição de 2016 da prova italiana) em Engordany, Catalunha, representou o 53º triunfo de temporada (2 gerais individuais; 9 gerais de prémios categorizados; 41 etapas\provas de um dia) da formação belga comandada por Patrick Lefévère. Das 4 etapas até agora disputadas na prova espanhola, a Quickstep levou 2.

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Valverde: uma máquina a fabricar títulos!

5 triunfos na Flecha da Valónia, 4 triunfos na  13ª vitória nas ardenas belgas, 15ª vitória nos “5 monumentos do ciclismo” e 23ª em clássicas desde que se tornou profissional em 2001. Utilizando os slogans bastante conhecidos de uma marca de agentes imobiliários do nosso país, se há máquina de conquistar títulos na última década no ciclismo mundial, essa máquina é Alejandro Valverde! Nas ardenas escusam de atacar, de acelerar a corrida, de o convidar a desaparecer, de lhe negar a sua presença e companhia nos grupos, ou de tentar fazer a vida negra à Movistar. O veterano ciclista espanhol é como o rigor da matemática: na horinha de acertar as contas, não falha!

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Quem mais poderia ter vencido senão Alejandro Valverde?

E vão 5 para Alejandro Valverde no muro de Huy! O espanhol da Movistar venceu com muita classe a 81ª edição da Fleche Wallone, numa prova em que a Movistar de Eusébio Unzué revelou uma maturidade e uma inteligência táctica fenomenal.

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Primoz Roglic vence no País Basco

Na chegada a Bilbao, na etapa que antecedeu a etapa rainha da prova basca, o esloveno Primoz Roglic voltou a confirmar a razão que leva muitos analistas da modalidade a considerá-lo uma das grandes surpresas deste início de temporada. O vencedor da geral individual da edição de 2017 da Volta ao Algarve (e 4º classificado da geral da última edição do Tirreno-Adriático) conseguiu terminar da melhor forma uma etapa que voltou a ser marcada por um fortíssimo final e por uma data de azares de alguns ciclistas.
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Albasini vence a 2ª etapa da Volta ao País Basco

Como referi ontem no post relativo à 1ª etapa da prova, a Orica tinha no ciclista suiço um dos possíveis candidatos a uma vitória de etapa. Na trabalhosa chegada a Eltziego, o all-arounder da equipa australiana agradeceu o esforço da sua equipa na protecção garantida na parte final face às últimas dificuldades do dia (a ligeira inclinação de acesso à cidadela de Eltziego; a possibilidade de abanicos) e sprintou como se não houvesse amanhã para ganhar a tirada.

A etapa de ontem trouxe apenas espectacularidade na parte final. Anulada a fuga do dia, composta por Fabricio Ferrari da Caja Rural e Luis Angel Mate da Cofidis (mais uma vez as duas equipas aproveitaram o momento para colocar literalmente “publicidade” durante horas na frente dos telespectadores da prova) as equipas dos candidatos e dos finalizadores presentes na prova, voltaram a ir para a frente do pelotão para controlar a corrida e posicionar bem os seus corredores com aspirações. Solto de responsabilidades em virtude do tempo que perdeu com o furo na primeira etapa, Julian Alaphillipe apareceu na frente do pelotão a acelerar o ritmo para arrepiar caminho para o sprinter que a Quickstep levou para o País Basco: o argentino Mauro Richeze. O ciclista argentino intrometeu-se no sprint final mas não teve pernas (no fundo ninguém teve) para a pica de Michael Albasini. Numa chegada muito técnica em curva, o suiço demonstrou que levava a lição bem estudada de casa ao lançar o seu sprint na viragem, antes dos 150 metros para a linha de chegada quando toda a concorrência previa o lançamento do sprint depois da placa dos 150 metros.

Supresa na Milão – San Remo

O antigo campeão do mundo, o polaco Michal Kwiatkowski venceu de forma surpreendente ao sprint na chegada a San Remo, batendo na chegada a San Remo dois ciclistas com uma ponta final muito mais forte, nada mais nada menos que Peter Sagan e Julian Alaphilipe. O all arounder polaco confirmou o seu grande momento de forma no início desta temporada (carimbou a 2ª vitória depois de ter vencido há 15 dias em Itália na Strade Bianchi) e confirmou também o grande arranque de temporada que está a ser protagonizado pela Sky, equipa que tem apresentado várias soluções para a vitória nas provas em que tem participado quer pelo polaco, quer por homens como Geraint Thomas, Ian Stannard ou o seu sprinter Elia Viviani.
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