Fear the Beard

Lembram-se quando perguntei há cerca de 2 meses atrás se este poderia ser o ano de James Harden?

Na altura, a poucos jogos de terminar a fase regular, a propósito do rendimento exibido pelo jogador e da sua capacidade em jogar (bem) e fazer jogar (bem) os shooters e os jogadores interiores da equipa comandada por Mike D´Antoni, realcei que acreditava que a equipa de Houston poderia “ombrear” taco-a-taco com os Spurs.  Continuar a ler “Fear the Beard”

A serenidade e a confiança dos Washington Wizards

Confesso que só tenho visto os resumos alargados da série mas o que tenho visto dá-me a certeza que a continuar a manter o mesmo estilo de jogo, os Wizards podem ser uma surpresa no Este.

A equipa orientada por Scott Brooks está a revelar-se uma equipa que consegue levar a água ao seu moinho com alguma serenidade e confiança no seu jogo. Frente a um adversário difícil, pelas “trutas” que tem tanto no jogo interior como no jogo exterior, e pelo dinamismo do seu base (Schroeder) a equipa de Washington tem anotado boas impressões. Com um scorer certinho no capítulo de eficácia do lançamento (Wall coim 49,5% FG 47\95 e 53% na carreira de tiro no triplo; 8 em 15 tentativas) e outro mais irregular (os 12\50 de Bradley Beal no lançamento de 3 pontos são preocupantes mas o jogador mal ou bem consegue acrescentar sempre 20 pontos ou mais) postes que são fenomenais na defesa do jogo interior (e Dwight Howard até tem sido o fantástico rebounder que foi no passado) e na criação de “janelas” para as penetrações e lançamentos dos seus scorers nos bloqueios, a equipa revela muita serenidade e confiança na construção ofensiva, até nos momentos em que a pressão é maior em virtude de situações de desvantagem. Outro dos apontamentos interessantes desta equipa prende-se com a inteligente construção das situações de lançamento através de uma excelente rotação da bola até ao jogador que estiver livre para lançar.