Os golos do dia

 

Excelente gesto técnico do médio do Chelsea. O remate em rosca deu um extraordinário efeito à bola, tirando-a do alcance do voo de David Ospina.

Início este post com o fantástico golo de Willian no empate a 1 bola do Brasil (já qualificado há muito para a Rússia) frente à Colômbia, selecção que ainda terá que penar mais um bocado para conseguir a qualificação nesta frenética “ronda” de qualificação da COMNEBOL. Continuar a ler “Os golos do dia”

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O adeus de Monchi Rodriguez ao Sevilla

 

Por detrás do trabalho que é realizado no campo e nos balneários pelos jogadores, treinadores, preparadores físicos, olheiros, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos existe por vezes nos clubes, uns a trabalhar mais na penumbra que outros, uma figura que também é muito importante na conquista de resultados desse mesmo clube: a figura do director desportivo. O Sevilla acabou de perder o melhor da actualidade para a AS Roma: Monchi Rodriguez.

O grande obreiro da ascensão protagonizada pelo Sevilla na última década, quer no cenário espanhol quer no cenário europeu, ascensão coroada com a conquista de 6 títulos europeus e 3 espanhóis, irá mudar-se (em boa hora) para a AS Roma de James Palotta. O multimilionário americano (de origem italiana) apercebeu-se finalmente que a Roma só poderá aspirar a títulos quando tiver um director desportivo capaz de pensar uma estratégia a médio e longo prazo ao invés da estratégia temporada-a-temporada que tem sido pensada desde que o clube se sagrou campeão italiano pela última vez em 2001.

Monchi foi essencial no rumo que o Sevilla trilhou nos últimos 15 anos. Quando o dirigente assumiu o cargo de director desportivo do clube em 2001, 1 ano depois de se ter despedido das balizas do clube, o clube sevilhano era um clube afogado em dificuldades financeiras e sem um rumo definido, oscilando entre a primeira divisão e a segunda divisão. Monchi haveria de revolucionar por completo a política do clube, constituindo-se actualmente como um modelo de gestão desportiva a seguir: o Sevilla precisava em primeiro lugar de criar condições infraestruturais e técnicas para formar bem (ao nível dos maiores clubes espanhóis) e de contratar a baixíssimo custo sem olhar a nomes. Se olharmos actualmente para o clube pensamos que as conquistas europeias (6) custaram muita massa aos cofres do clube. Mentira! O jogador mais caro que os sevillhanos compraram nos últimos anos custou 15 milhões de euros (Franco Vasquez). Quem é que não gostaria de vencer 5 Ligas Europas com investimentos em contratações inferiores a 35 milhões de euros por temporada?

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