Mas o que é isto, Ricardo Quaresma?

Mais 3 meses sem poder entrar no Grand Bazar em hora de ponta. Clichy ainda deve estar a pensar que mal deverá ter feito ao português para merecer tamanha descompostura.

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A 3 razões pelas quais Guardiola continua a ser extremamente revolucionário no futebol actual

guardiola

Depois de uma temporada de estreia em que o modelo de jogo clássico de verticalidade e controlo do adversário pela posse de bola do treinador catalão não foi totalmente assimilado e operacionalizado pelos jogadores do City em função das dificuldades sentidas pelo mesmo na modelação dos seus laterais (Clichy, Kolarov, Sagna; todos saíram do clube no final da temporada, dando lugar às entradas de Danilo, Kyle Walker e Benjamin Mendy) e dos próprios centrais à saída de jogo apoiada pretendida (basta recordar que o City é eliminado da Champions pelo Mónaco em duas partidas nas quais a equipa deu imensa barraca na saída de jogo, oferecendo um conjunto de bolas ao fortíssimo contragolpe da formação de Leonardo Jardim) Guardiola regressa na presente temporada às suas vestes de revolucionário do futebol, detendo para efeito no plantel os jogadores que necessita para operacionalizar o seu revolucionário modelo de jogo. Este post visa conceder algumas pistas para compreender o modelo de jogo do City, a visão revolucionária do treinador sobre o jogo, e as mais-valias que os 3 laterais recentemente contratados oferecem à equipa.

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A veterania faz a diferença

Em Brugge, a noite até aparentava estar predestinada para ser uma espécie de apresentação (oficial, na Champions) dos belgas aos sócios, não obstante o precioso valor da veterania que se encontrava do outro lado da barricada.

Com a obtenção de 2 golos nos primeiros 16 minutos (o nigeriano Denis Bonaventura aproveitou um interessante arrastamento promovido pela entrada no meio das linhas contrárias da “pérola israelita” Lior Rafaelov e uma entrada a falso bem engendrada pelo avançado francês Jeremy Perbet para ficar no 1×1 contra o central Joseph Attamah; Junior Caiçara ainda tentou fornecer a sua ajuda mas o jovem nigeriano de 19 anos, jogador que irá dar muito que falar no futuro, já tinha feito a diferença; Stefano Denswill fez a bola “voar baixinho” na magistral cobrança de um livre para o 2-0) os belgas, clube que nos últimos anos ficou completamente “viciado na Champions”, pesem embora os resultados obtidos (que no fundo nem contam para grande coisa para um clube que utiliza a Champions para tentar ganhar umas massas extraordinárias e para promover os produtos de Denominação de Origem Protegida que caça nos mais diversos pontos do planeta), parecia embalado para um triunfo interessante sobre o conjunto de veteranos de alto traquejo que apadrinhou a estreia do Instambul Basaksehir na principal prova do futebol europeu.

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