A falta de criatividade e a previsibilidade de processos dá neste tipo de empates chochos

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Na Vila das Aves acreditei. O recuo de linhas foi fulcral para se atingir o resultado que se atingiu. Os dois golos da vitória nasceram em períodos do jogo nos quais o recuo do bloco deu a ilusória sensação ao adversário que estava por cima no jogo. O Aves expôs-se e o Sporting capitalizou em duas acções no contra-ataque. Frente ao Setúbal duvidei. Frente ao Steaua confirmei: o Sporting terá imensas dificuldades para bater todas equipas que se apresentem em bloco recuado em Alvalade.

Não é preciso ser um génio do futebol para se compreender a previsibilidade dos processos ofensivos da equipa de Jorge Jesus. A equipa sai bem a construir de trás (porque o sistema de pressão do adversário o vai permitindo) chega bem aos 60 metros mas aí, aí meus caros leitores, começa toda uma construção previsível (excessivamente flanqueada) onde não existe um pingo de dinâmica e um pingo de criatividade. Continuar a ler “A falta de criatividade e a previsibilidade de processos dá neste tipo de empates chochos”

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