Valverde: uma máquina a fabricar títulos!

5 triunfos na Flecha da Valónia, 4 triunfos na  13ª vitória nas ardenas belgas, 15ª vitória nos “5 monumentos do ciclismo” e 23ª em clássicas desde que se tornou profissional em 2001. Utilizando os slogans bastante conhecidos de uma marca de agentes imobiliários do nosso país, se há máquina de conquistar títulos na última década no ciclismo mundial, essa máquina é Alejandro Valverde! Nas ardenas escusam de atacar, de acelerar a corrida, de o convidar a desaparecer, de lhe negar a sua presença e companhia nos grupos, ou de tentar fazer a vida negra à Movistar. O veterano ciclista espanhol é como o rigor da matemática: na horinha de acertar as contas, não falha!

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Classy Phillippe Gilbert

4! 4 vitórias na Amstel Gold Race, 2 nas 3 clássicas já realizadas das 5 que compõem esta fase da temporada. O campeão belga está com “pernas” para qualquer adversário. Venha lá quem vier, Phillippe Gilbert é o melhor a atacar longe da meta, a atacar perto da meta, a gerir vantagens para perseguidores e a finalizar este tipo de provas. O veterano ciclista campeão belga está a ter uma época de sonho, conseguindo triunfar em todas as provas que lhe foram apontadas ou que apontou como objectivos de temporada.


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O momento da verdade na Volta ao País Basco

Que bela etapa rainha no País Basco. Alejandro Valverde coroou-se finalmente rei da prova basca (o espanhol nunca tinha vencido a geral individual da prova) na chegada a Arrate (Eibar) numa etapa em que a espectacularidade só apareceu finalmente na última das 6 subidas categorizadas do dia. Esta prova ficou efectivamente marcada pela vontade traçada por parte de todos os candidatos em poupar esforços para poderem discutir a geral individual nas últimas duas etapas da prova. No muro final, como veio a admitir Alejandro Valverde no final da etapa, o espanhol tentou atacar mas os seus adversários tornaram o ambiente muito difícil para o ciclista espanhol. Um deles foi o trepador canadiano Michael Woods da Cannondale, ciclista que já se tinha mostrado noutras abordagens montanhosas da prova. Outro foi o sul-africano Louis Mentjes da UAE, ciclista que fez a corrida literalmente de trás para a frente. A ambos tiro o meu chapéu pela coragem demonstrada nos seus ataques. Pode-se dizer que tiraram do sério todos os candidatos.

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Quem tenta sempre alcança – a vitória de David de La Cruz no País Basco

À terceira tentativa foi de vez! Depois do azar de Julian Alaphillipe na primeira etapa e do fracasso que foi o lançamento do sprint de Mauro Richeze na 2ª depois de um dia árduo de trabalho para colocar o sprinter argentino nas condições ideiais para vencer a etapa, na primeira etapa de abordagem à montanha (média montanha) foi o espanhol David de La Cruz quem deu a vitória na etapa e a liderança da geral individual à equipa belga, equipa que tem tido uma semana minimamente feliz, depois da vitória de Phillipe Gilbert no Tour da Flandres.

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