O patrão Battaglia revelou aos seus compatriotas a experiência que foi marcar Lionel Messi

Quando o Sporting decidiu avançar para a contratação do argentino, disse para mim mesmo que face ao que tinha visto do rendimento do jogador quer ao serviço do Chaves na primeira metade da temporada quer ao serviço do Braga na segunda metade da temporada 2016\2017, estaríamos a realizar a melhor contratação da presente temporada, numa transferência que só pecava, no meu entendimento, pelo empréstimo de Jefferson aos bracarenses. Não posso ser de todo hipócrita neste aspecto em particular: sempre fui apreciador das qualidades ofensivas (a forma como se projecta no terreno, a sua capacidade de cruzamento, a sua evidente capacidade de carregar o jogo para a frente) do lateral esquerdo brasileiro (apesar de também reconhecer que Jefferson tem efectivamente muitas deficiências quer no plano defensivo, designadamente de âmbito posicional, quer na vertente ofensiva como a incapacidade de conseguir jogar com o interior) mas, por outro também sei depreendi, que as pequenas lesões sofridas no último ano (que efectivamente levaram Jorge Jesus a preteri-lo por um cepo com duas rodas para a frente chamado Marvin Zeegelaar) desmotivaram imenso o jogador. Quando era chamado por Jorge Jesus para cumprir um par de minutos, Jefferson já não demonstrava de todo aquela “fome de vencer” que o caracterizou nas primeiras três temporadas ao serviço da formação de Alvalade.  Continuar a ler “O patrão Battaglia revelou aos seus compatriotas a experiência que foi marcar Lionel Messi”

Anúncios