Final do Campeonato do Mundo B (Trophy) de sub-20

Créditos da foto do XV titular frente à selecção Japonesa: Federação Portuguesa de Rugby

A selecção nacional de sub-20 de Rugby irá, dentro de aproximadamente duas horas, jogar a final do Campeonato do Mundo B de Juniores (Trophy) em na capitão do Uruguai, Montevideu, frente à poderosa formação do Japão. Em caso de vitória, a selecção orientada por Luís Pissarra e capitaneada por António Vidinha conseguirá um título inédito para o rugby português que garantirá o acesso à próxima edição do Mundial de elite do escalão.

A partida terá transmissão em directo na página da World Rugby. 

Para chegar à final, a selecção nacional bateu a selecção anfitriã do Uruguai por 20-18, a selecção de Hong Kong por 31-24 e a forte selecção das Fiji por 16-13. Já a formação japonesa bateu a formação do Chile por 28-22, a selecção do Canadá por 50-12 e a Namíbia por 33-13.

O seleccionador nacional Luís Pissarra fez uma breve antevisão à partida.

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O videoárbitro que salvou Emílio Peixe

Questões de volumetria na utilização dos braços (em remates à queima roupa) que puderam salvar o emprego (e o salário chorudo auferido sem fazer ponta, a bom da verdade; aquele golo do Irão exemplifica mais uma vez o que tentei explicar aqui em relação à falta de trabalho deste seleccionador) de um treinador em apuros. Se passou a fase-de-grupos, está safo. Pode continuar a aldrabar à vontade. Os críticos à utilização do VA ainda continuam por aí? Teremos que voltar a explicar os benefícios da sua utilização ou estamos finalmente convencidos, dado o facto desta decisão ter sido justamente a nosso favor? Ou só serão capazes de criticar quando as decisões forem desfavoráveis aos seus clubes? Quem sabe se amanhã poderemos ter a resposta (por acção ou por omissão) a estas perguntas!

Breve Análise – Campeonato do Mundo de sub-20 – Portugal 1-1 Costa Rica

Uma pobreza franciscana. Patrocinada pela constrangedora escolha feita num treinador que de facto não é nem nunca o será, pelas escolhas realizadas por esse treinador e pela estratégia traçada pela FPF para a participação no torneio, excluindo a participação aos atletas mais desenvolvidos do escalão de sub-20.

Esta é a expressão popular que mais se adequa ao que ao que a selecção nacional de sub-20 acabou de fazer frente à Costa Rica no jogo que acabou de terminar em Jeju. O empate (1-1) acabou por coroar o fraco (no nosso caso constrangedor) desempenho de ambas as equipas na partida. A formação de Emílio Peixe tem obrigação de fazer melhor, não existindo desculpas possíveis (humidade, diferença horária, cansaço acumulado nas pernas nesta altura da temporada) para justificar o mau desempenho realizado nestes dois jogos: esta equipa está muito mal trabalhada ao nível de processos embora o facto de ter um treinador que a acompanha e que a trabalha regularmente há vários anos. Vivendo dos fogachos individuais de um grande talento (o lateral Diogo Dalot), a equipa somou um mau desempenho à atitude perdulária demonstrada no domingo frente à Zâmbia no passado domingo.
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