Que laxismo!

Pesem, e de que maneira, a grande penalidade falhada por André Silva no primeiro tempo e as 4 oportunidades de golo que materializaram o primeiro grande fogacho de futebol desta selecção na Taça das Confederações (a sincronia entre o flanco direito foi óptima e Pizzi acrescenta definitivamente mais velocidade às transições), parecia estar tudo a correr dentro de uma bitola aceitável. Até ao momento em que a defesa portuguesa meteu água. Guarda-redes incluído. Como é que Carlos Vela entra ali naquela posição pelo meio dos centrais? Porque é que Rui Patrício encolheu-se por completo?

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O golo do dia

O rocket de Marquito Fabian na parte final da partida frente à selecção alemã.

Uma lição de competência

Joachim Low ganhou por completo a aposta realizada nesta Taça das Confederações. Ao apostar neste lote de jogadores, Low juntou às 13 ou 14 unidades que ficaram em casa a descansar, um novo lote de 15 opções para o próximo mundial, se não contarmos por outro lado, com o lote de possíveis convocáveis que a Mannschaft tem na sua selecção de sub-21. Ao  contrário de grande parte dos seleccionadores que irão à Rússia disputar o Mundial no próximo ano, Joachim Low terá um lote de opções a rondar as 40 unidades, algo que não só é profundamente admirável como poderá garantir a realização de um excelente trabalho e a obtenção de resultados.  Continuar a ler “Uma lição de competência”

Os golos do dia

A técnico trabalho de Raúl Jimenez no golo do empate frente à Nova Zelândia. Excelente rotação e excelente finalização do avançado do Benfica numa jogada muito bem desenvolvida por Javier Aquino (o game changer dos mexicanos no jogo; trouxe velocidade e objectividade à equipa) e Marquito Fabián face à extrema concentração de unidades neozelandesas no interior da área. 

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Análise – Taça das Confederações – Portugal 2-2 México

Ao longo dos 90 minutos, as bolas paradas foram um problema para a nossa selecção. Não quero com isto dizer que os mexicanos tenham criado perigo de maior neste departamento específico do jogo, porque não criaram, mas, a abordagem aos lances, não foi positiva. Vários foram os livres e cantos que não foram devidamente atacados. Aos 91″, num lance em que creio que Rui Patrício deveria ter sido o corajoso guarda-redes que é, José Fonte perdeu o duelo aéreo para o seu congénere mexicano Hector Moreno. A cabeçada do central que actualmente representa o PSV Eindhoven deu justiça ao resultado de uma partida medíocre em que pudemos ver dois estilos completamente diferentes na estética mais iguais ao nível de objectividade: zero. De um lado tivemos o tosco chutão em profundidade dos campeões europeus frente ao dinâmico teste que os mexicanos colocaram em campo ao treino analítico de circulação de bola que foi ministrado nos últimos meses pelo seleccionador mexicano Juan Carlos Osório

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