Criterium du Dauphiné – Etapa 1 – Thomas DeGent mostra credenciais em Saint Ettiène

A 1ª etapa do Criterium du Dauphiné abriu a época de caça ao Tour! Não obstante o facto desta prova valer per se pela espectacularidade que oferece na alta montanha, estamos perante a primeira de várias provas (Volta à Suíça, Route du Sud) que irá servir de preparação a todos os ciclistas que irão participar no próximo Tour de France. Continuar a ler “Criterium du Dauphiné – Etapa 1 – Thomas DeGent mostra credenciais em Saint Ettiène”

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Amanhã há Amstel Gold Race

Como não poderia deixar de ser, a nossa aposta será no nosso ídolo Rui Costa, o dorsal 151 na prova holandesa. Esperemos que o Rui traga a vitória no icónico muro do Cauberg porque bem merece depois de vários anos em que a prova lhe foi madrasta. Vamos ver quais serão as “sensações” do português na prova após a paragem que lhe foi ditada pelo calendário de provas traçado pela equipa e pela necessidade de realizar um estágio de altitude, estágio que foi realizado quiçá já a pensar na preparação para as provas de 3 semanas.

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A vitória de Sonny Colbrelli na Brabants Pijl

Sonny quê? Brabants quantas? Não, não é um post sobre o filho de Don Corleone mas sim um extraordinário corredor de clássicas italiano e trocando por miúdos, a Brabants Prij ou Fleche Brabançonne é uma das provas mais importantes do calendário velocipédico belga que atravessa duas regiões totalmente diferentes (na língua, cultura, tradições) dentro do mesmo país. A prova parte (Leuven) e termina dentro da região do Brabante Flamenco (Holandês) depois de passar por parte do território do Brabante da Valónia (parte francófona). Pelo meio os ciclistas tem de ultrapassar 26 colinas divididas por um traçado corrido com uma ponta final corrida em circuito fechado. Não é portanto uma prova qualquer e até é valorizada e apreciada pelo belgas ao mesmo nível do Tour de Flandres por exemplo.

Fazendo a ponte entre as clássicas do pavé e as clássicas das colinas que se seguem dentro de dias com a realização da Amstel Gold Race na Holanda, a prova belga é por norma a última prova de preparação para todos aqueles que tem aspirações a vencer a Amstel Gold Race, a Flèche Wallone e a Liège-Bastogne-Liège.
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Volta ao País Basco: o azar de Julian Alaphillipe e a vitória de Michael Matthews

A sempre difícil e muito técnica chegada a Sarriguren trouxe espectáculo a uma etapa disputada “nas calmas”. Numa etapa disputada a um ritmo muito baixo, com um trio de fugitivos relativamente perigoso na frente (Igor Anton da Dimension Data, um ciclista que conhece muito bem o terreno que pisa e que poderia ser perigoso caso o deixassem chegar na frente à meta; acompanhado por Luis Mas Bonet, um ciclista perito em fugas e por Yoann Bagot da Cofidis) foi a Sunweb de Michael Matthews assumiu lá atrás no pelotão grande parte das despesas de perseguição e de aproximação ao técnico desfecho da etapa nos seus 5 km finais.

As acentuadas viragens que os ciclistas tiveram que realizar, acompanhadas pela entrada numa faixa de estrada muito estreita (em ligeira inclinação) a fazer lembrar as estradas das clássicas que se estão a disputar neste preciso momento na Flandres obrigaram as equipas dos candidatos à vitória na geral individual a colocar os seus líderes na dianteira do pelotão de maneira a poderem em primeiro lugar ter condições para atacar na parte final se fosse esse o seu desiderato, e em segundo a evitar uma eventual queda que pudesse ocorrer no seio do pelotão.

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