É histórico mas há quem não compreenda

Quinito. Tomislav Ivic (2ª passagem), Octávio Machado. Gigi Del Neri. Victor Fernandez. Co Adriaanse. Paulo Fonseca. Julen Lopetegui e agora Nuno Espírito Santo. Estes foram os treinadores que Pinto da Costa despediu nos últimos 35 anos. O que é que tem todos em comum? Não conquistaram qualquer título nacional (à excepção de Adriaanse) e nunca caíram no goto dos adeptos do Porto. Assim que alguém espirrou a palavra “demissão” (de Pinto da Costa), o primeiro a saltar foi o treinador, para que a “revolução” não chegue ao presidente. É histórico no modus operandi de Jorge Nuno Pinto da Costa, mas há quem não o compreenda. Sempre que existe contestação a um treinador no final de um jogo, o prazo de validade de um treinador afere-se pelo grau de protecção dado pelo presidente na saída das instalações e entrada do treinador no autocarro do clube. Se PC entrar juntamente com o seu treinador no autocarro, este ganha uma nova vida. Se PC não entrar em conjunto com o seu treinador no autocarro, este será despedido nessa noite.