Roglic foi o mais forte no contra-relógio mas a vitória na Romândia pertenceu a Porte

No lançamento do crono que marcou o final da edição de 2017 da Volta à Romândia, apontei um conjunto de favoritos à conquista da etapa que teve o seu final em Lausanne e tracei um conjunto de conjecturas possíveis na classificação geral individual final face ao desfecho da geral individual após a etapa de ontem. Do lote de favoritos nos quais “apostei” (Richie Porte, Primoz Roglic, Jonathan Castroviejo, Alex Downsett, Jon Izaguirre, Alex Edmondson, Vasili Kyrienka, Andriy Grivko, Stefan Kung, Victor Campanaerts) existiram ciclistas que confirmaram o “favoritismo” que lhe atribuí (Roglic venceu a etapa, Porte foi 2º, Izaguirre 4º, Castroviejo 7º) enquanto outros casos, como os de Kyrienka, Downsett ou Edmondson desiludiram por completo.  Continuar a ler “Roglic foi o mais forte no contra-relógio mas a vitória na Romândia pertenceu a Porte”

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Simon Yates vence no espectáculo de Richie Porte na Romândia

Na etapa entre Domdidier e Leysin (165,2 km), as subidas finais de 1ª categoria ao Col de Pillon e Leysin (em teoria 6 km de subida, sendo apenas 4,8 os contabilizados para a categorização do Prémio da Montanha; o último quilómetro apresentava uma inclinação média de 6,5%) assumiam-se à partida para a etapa (e até para a prova) como os momentos ideiais para os trepadores realizarem diferenças na montanha. Num duelo entre Simon Yates (Orica; atacou primeiro no final do Pillon) e Richie Porte (atacou logo na início da subida final para ir em busca do grupo que rodava na frente e assim estabelecer diferenças para os mais directos concorrentes), o ciclista da Orica levou a melhor, partindo para a etapa final, um contrarelógio, com 19 segundos de avanço para o ciclista da BMC.  Continuar a ler “Simon Yates vence no espectáculo de Richie Porte na Romândia”

Volta à Romandia – Resumo da 2ª e da 3ª etapa

Na curta tirada entre Champéry e Bulle, curta etapa de 136 km que contava com algumas contagens de montanha de categoria inferior no traçado desenhado pela organização, a Suiça festejou a “sua 2ª vitória” na prova com a vitória do jovem Stefan Kung da BMC. Num dia marcado pelas péssimas condições atmosféricas que se registaram (piso muito molhado durante toda a corrida; neve e muito frio à mistura) o jovem contra-relogista suíço de 23 anos conseguiu alcançar a sua 12ª vitória da sua carreira enquanto profissional, voltando a triunfar num palco onde já tinha conquistado uma etapa na edição de 2015. Continuar a ler “Volta à Romandia – Resumo da 2ª e da 3ª etapa”

Michael Albasini leva a primeira da Volta à Romandia

A jogar bem perto do seu local de nascimento (Mendisio, no cantão “italiano” de Ticino) o veterano puncheur de 36 anos da Orica deu uma alegria aos seus conterrâneos na primeira tirada em linha da Volta à Romândia. Numa chegada praticamente em alto a Champéry (subida final de média dificuldade, com 14,4 km de extensão com uma inclinação média de 8% e algumas partes em descida) o suíço conseguiu ser mais forte que Diego Ulissi (UAE) no sprint disputado por um grupo de aproximadamente 50 unidades.
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Fabio Felline vence o Prólogo da Volta à Romândia

A belíssima e “italiana” região da Romandia na Suiça é o último pit stop antes do Giro de Itália. Na prova suiça, prova de 6 etapas (a primeira em regime de prólogo) que foi vencida nas últimas edições por Nairo Quintana (Movistar) e Ilnur Zakarin (Katusha) estão presentes praticamente todos os ciclistas que tem ambições no próximo Giro para além de outras grandes vedetas do pelotão internacional como é o caso de Chris Froome, ciclista que já venceu a prova em duas ocasiões nos anos de 2013 e 2014. Apesar de se desconhecer por completo o actual estado físico do ciclista britânico em virtude dos poucos dias de corrida que somou na primeira metade desta temporada, Froome é sempre um nome a ter em conta para qualquer prova. Estou convicto que o veremos seguramente na frente nas etapas de montanha.

Carlos Alberto Bettancur (Movistar), David de La Cruz e Bob Jungels (Quickstep), Tejay Van Garderen e Richie Porte (BMC), Simon Yates e Roman Kreuziger (Orica), Chris Froome (Sky), Jarlinson Pantano (Trek), Warren Barguil e Wilco Keldermann (Sunweb), Rigoberto Uran (Cannondale), Robert Gesink e Primoz Roglic (Lotto Jumbo-NL), Ilnur Zakarin e Simon Spilak (Katusha), Jon Izaguirre e Sonny Colbrelli (Bahrein-Mérida) Christophe Riblon e Alexis Vuillermoz (AG2R) Sebastien Reichenbach (FDJ), Louis Mentjes e Diego Ulissi (UAE; Rui Costa não correrá uma prova onde já conseguiu fazer pódio em duas ocasiões) são as estrelas do pelotão internacional presentes na suiça para discutir as etapas e a geral individual da prova.
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