A importância do título nacional

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O estado das finanças portistas é por demais conhecido do público em geral: o último Relatório e Contas emitido pela SAD azul branca a 27 de Fevereiro deste ano, portanto, o resultado operacional relativo à gestão do 1º semestre do exercício da actual temporada demonstra que a gestão do clube avança a passos largo para o abismo.

O resultado negativo de 29,58 milhões de euros (mais 15 milhões que os resultados já de si obtidos em período homólogo; se somarmos os resultados negativos na ordem dos 58 milhões de euros da gestão do exercício 2015\2016, o prejuízo do último ano e meio fixa-se nos 78 milhões de euros) “adensado” pelo facto do FC Porto não ter realizado receitas de maior com a venda de jogadores, aliado ao prejuízo (na ordem dos 5 milhões) no primeiro semestre, o que efectivamente não prevê que os administradores da SAD azul e branca não consigam inverter no 2º mas antes agravar a conta, mais a compra do passe de Oliver Torres (na ordem dos 20 milhões no final do ano; pelos vistos o FC Porto mentiu à CMVM) levaram a UEFA a as contas do FC Porto sobre vigilância devido às regras do fairplay financeiro. Os dragões precisam portanto de realizar no Verão pelo menos 110 milhões em vendas para poderem sair desse estado vigilante que é realizado pelo organismo de forma a evitarem a possibilidade (cada vez mais provável) de serem excluídos da participação nas competições europeias.

As contas do Porto e a necessidade que os dirigentes do clube tem de vender como “se não existisse amanhã” está intimamente ligada à conquista do título nacional. A conquista do título nacional por parte dos portistas é fulcral, não pelo facto do clube já não vencer há 4 anos mas pela própria sustentabilidade futura do clube. O futebol mudou.

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Duas expulsões imaturas que condicionaram uma eliminatória

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Se os dois lances que motivaram a expulsão de Alex Telles na 1ª mão, o lance que motivou a expulsão de Maxi Pereira no jogo desta noite tirou ao Porto a possibilidade de discutir o resultado com a turma italiana e quiçá tirar algo de proveitoso do jogo: o dinheiro em disputa. No lance em questão aceito o argumento de muitos: “ah e tal são lances em que o jogador lança-se com o instintivo intuito de encher o corpo” – sim, é verdade, milhares de jogadores fariam o mesmo, mas, sem ir com o braço à frente na tentativa de ver o remate adversário embater noutra parte do corpo.

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